Trajeto 3 – Pituba; o problema se tornou Paisagem

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Analisaremos neste post o percurso realizado por um dos integrantes da equipe. Esse trecho abrangeu partes dos bairros da Pituba, Rio Vermelho e Ondina.

Para melhor visualização das fotos tiradas o caminho foi dividido em três partes: 1 -> 2, Região do Ponto 7 na Pituba, passando pela orla e chegando nas proximidades do Quartel de Amaralina; 2 -> 3, do Quartel até o largo da Dinha, no Rio Vermelho; e por último 3 -> 4, do largo da Dinha até o Cruzamento entre a Avenida Oceânica e a Avenida Adhemar de Barros.

“Considera-se paisagem a imagem resultante da síntese de todos os elementos presentes em determinado local. Uma outra definição, tradicional, de paisagem é a de um espaço territorial abrangido pelo olhar. Pode ser definida como o domínio do visível, aquilo que a vista abarca. É formada não apenas por volumes mas também por cores, movimento, odores, sons etc. A paisagem não é espaço, pois se tirarmos a paisagem de um determinado lugar, o espaço não deixará de existir.”

Aquino, Victor. Significados da Paisagem. São Paulo: InMod, 2012.

  • Trecho 1 – 2

As fotos a seguir apresentam problemas já citados aqui no Blog e que, devido ao estado atual das calçadas da cidade, serão muitas vezes ainda mencionados. Na verdade, esse estado deplorável já virou PAISAGEM para muitas pessoas, algo que se tornou normal e que poucas pessoas se incomodam, principalmente para aqueles que se locomovem de carro pela cidade, pois não sofrem com as dificuldades de se locomover a pé.

  • Trecho 2 – 3

É incrivelmente absurda a percepção de que mesmo em locais onde deveriam ser (e outros que são) pontos de atração turística na cidade de Salvador existe um descaso imenso das calçadas. A sensação é de que as autoridades municipais e os empreendimentos localizados nessas regiões são completamente relapsos  em relação a  este problema. As más condições dos passeios nessa região  já se tornaram tão comuns e inerentes ao cotidiano da população que não é mais notada como um problema, pois já se tornou paisagem aos olhos dos soteropolitanos e assusta os turistas que vêm a cidade esperando encontrar outro tipo de infraestrutura.

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  • Trecho 3 – 4

Por último, gostaríamos de chamar atenção dos leitores para as fotos que apresentam empreendimentos em fase de construção. Queremos alertar aqui, que mesmo no período de construção dos imóveis é obrigação das empreiteiras oferecer uma calçada de boa qualidade. Aqui em Salvador é raridade vermos isso acontecer. O Movimento Passeio Livre, a partir deste Post, focará também nesses casos, em que os passeios no entorno de obras  ficam destruídos e inacessíveis.

Voltaremos para os dois pontos abaixo, o do prédio sendo construído pela Construtora Monte Cristo e o da construção na orla que está numa situação de abandono.

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