O MOVIMENTO

Quem nunca precisou descer do passeio para desviar de obstáculos enquanto caminhava pelas ruas de Salvador?

Este é um cenário muito comum na capital baiana. A má condição dos passeios da cidade, seja por falta de infra-estrutura ou pelo desrespeito às leis que controlam o uso deste equipamento urbano, dificulta o trânsito de pedestres e os expõem à variados tipos de riscos diariamente.

Pensando neste problema, alunos de  Engenharia da Escola Politécnica da UFBA em debate com o professor Asher Kiperstok, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da universidade, resolveram analisar mais de perto a temática da condição dos passeios em Salvador através da criação do blog Movimento Passeio Livre – Salvador.

O pepel deste blog é analisar as condições dos passeios da cidade por meio de imagens, textos e estudos de caso baseados numa metodologia diretriz, que através de diferentes pontos de vista  nos ajudará a apontar o que está errado e o que deve mudar para que o pedestre soteropolitano possa garantir o seu direito de transitar livremente pelos passeios da cidade sem se deparar com qualquer tipo de dificuldade.

5 comentários sobre “O MOVIMENTO

  1. Parabéns pela iniciativa! Em qualquer bairro de nossa Cidade o pedestre convive com o risco de torcer o pé, levar uma queda ou enfrentar os carros por que estes estacionam nos passeios. Sem falar que é impossivel transitar com carrinho de bebê. Se liberarem os passeios também os cadeirantes ganhariam autonomia e a eles seria dado, de fato, o direito de ir e vir.

    1. Muito Obrigado Elena. Procuramos nesse Blog denunciar esse estado calamitoso das calçadas da nossa Cidade e assim chamar atenção das autoridades e da população para esse problema.

  2. Estou com esse grupo, propondo remover obstáculos, notadamente os fixos nos passeios, não expulsando trabalhadores, informais ou não, mas revendo locais – que não sejam, jamais, passeios.

  3. Desde 2002 fiz a opção de não mais ter carro. Ando a pé, de ônibus, taxi ou carona, e como sofro. Na Pituba é um absurdo como os carros estacionam nas calçadas, principalmente na rua Minas Gerais, onde tem bares. E na rua Rio de Janeiro, onde fica o bar Ponte Aérea. A calçata destá tomada por cadeiras e mesas. O pior é que as mesmas pessoas que se apropriam do espaço público bara se divertirem são as que à frente reclamam dos ambmbulantes nas calçadas. Já liguei para órgãos municipais e nada. Que bom estar desabafando aqui.

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